Tempos de crise são particularmente pródigos na concepção de soluções simples para problemas complexos e na repercussão de obviedades esquecidas na normalidade, tais como a máxima de que não se deve gastar mais do que se ganha, por exemplo.
Igualmente negligenciada em tempos de bonança é a opção pela diversificação de mercados, receita equivalente à de não se colocar todos os ovos em uma única cesta. Ora, é elementar que a exploração de múltiplas praças leve à pulverização tanto do risco, quanto do impacto de eventuais oscilações localizadas.
Em artigo para a revista AméricaEconomia, Andrés Almeida analisa o ranking das empresas ditas multilatinas, que através do crescimento geográfico continental obtiveram resultados comprovadamente superiores. Entre elas, destacam as colombianas ISA (eletricidade), Sura e Bancolombia (finanças) e as mexicanas Sigma (alimentos) e Aeromexico (transportes) como as que mais se internacionalizaram. Dentre as brasileiras com movimento semelhante estão nomes como Votorantim, Weg, Natura, CSN e TOTVS.
Almeida ressalta com propriedade que não basta se apelar para a exportação sempre que o mercado doméstico vai mal. Atuação no exterior deve ser uma ação permanente. Desde a década de 1970 e do “milagre econômico”, do caos nas eras Sarney e Collor, sabe-se que recuperar um mercado perdido ou abandonado custa muitas vezes mais que sua conquista original.
Igualmente negligenciada em tempos de bonança é a opção pela diversificação de mercados, receita equivalente à de não se colocar todos os ovos em uma única cesta. Ora, é elementar que a exploração de múltiplas praças leve à pulverização tanto do risco, quanto do impacto de eventuais oscilações localizadas.
Em artigo para a revista AméricaEconomia, Andrés Almeida analisa o ranking das empresas ditas multilatinas, que através do crescimento geográfico continental obtiveram resultados comprovadamente superiores. Entre elas, destacam as colombianas ISA (eletricidade), Sura e Bancolombia (finanças) e as mexicanas Sigma (alimentos) e Aeromexico (transportes) como as que mais se internacionalizaram. Dentre as brasileiras com movimento semelhante estão nomes como Votorantim, Weg, Natura, CSN e TOTVS.
Almeida ressalta com propriedade que não basta se apelar para a exportação sempre que o mercado doméstico vai mal. Atuação no exterior deve ser uma ação permanente. Desde a década de 1970 e do “milagre econômico”, do caos nas eras Sarney e Collor, sabe-se que recuperar um mercado perdido ou abandonado custa muitas vezes mais que sua conquista original.


